FAQS - Perguntas Frequentes

Tem dúvidas sobre seguros?

Encontre aqui as respostas que precisa para decidir com confiança.

Sim. A legislação portuguesa garante ao cliente total liberdade para escolher a seguradora com quem quer contratar o seguro de vida associado ao crédito à habitação. Na Segcorp tratamos de todo o processo de transferência de forma simples, rápida e totalmente acompanhada.

1. Porque existe um seguro de vida associado ao crédito?

O seguro de vida é uma exigência comum dos bancos, mas o objetivo vai muito além da proteção da instituição financeira. Este seguro:

  • garante o pagamento do empréstimo em caso de morte ou invalidez grave,
  • protege o património e o equilíbrio financeiro da família,
  • evita encargos inesperados num momento difícil.

Apesar de habitualmente ser contratado no próprio banco, não é obrigatório permanecer lá durante toda a duração do crédito.

2. Quando posso mudar o seguro de vida?

Depende das regras de cada banco:

No vencimento anual do contrato
Em grande parte das instituições, a transferência pode ser feita na data de renovação.

Em qualquer altura, com aviso prévio
Alguns bancos permitem a mudança a qualquer momento, desde que o cliente comunique o pedido com pelo menos 30 dias de antecedência.

3. Liberdade de escolha — o que diz a lei

DL 72/2008, Art. 97.º O cliente pode mudar de seguradora sem necessitar de autorização do banco, desde que mantenha as mesmas garantias do contrato anterior. O banco tem apenas de ser notificado pela nova seguradora.

4. O que analisar antes de mudar de seguro?

4.1 . Spread vs prémio do seguro

Alguns bancos reduzem o spread se o cliente contratou o seguro com eles. Contudo, esta bonificação pode ser inferior à poupança obtida com um seguro externo mais competitivo. É crucial comparar o custo global.

4.2 . Tipo de cobertura: IAD vs IDPAC

As coberturas podem ser bastante diferentes:

  • IAD – Invalidez Absoluta e Definitiva. Incapacidade ≥ 85% e dependência total de terceiros.
  • IDPAC – Invalidez Definitiva para a Profissão ou Atividade Compatível. Incapacidade ≥ 60% ou ≥ 65%; não exige dependência de terceiros.

A IDPAC é mais abrangente e oferece maior proteção ao cliente.

4.3 . Evolução do prémio ao longo dos anos

Muitas seguradoras apresentam um valor inicial atrativo, mas com aumentos acentuados nas renovações. Compare não só o primeiro ano, mas a projeção dos anos seguintes.

4.4. Alterações de tarifário

Se a seguradora reserva o direito de alterar a tarifa na renovação, pode ajustar o prémio de forma unilateral. É importante verificar esta cláusula antes de transferir.

4.5 . Exclusões a considerar

Revise cuidadosamente:

  • doenças pré-existentes,
  • práticas desportivas,
  • atividades de risco,
  • exclusões específicas da apólice.

O seguro deve refletir o seu perfil real.

4.6 . Capital seguro: atenção às diferenças

No crédito à habitação, o capital seguro deve corresponder ao valor em dívida. Se o seguro não acompanhar a redução da dívida, pode ocorrer um cenário vantajoso:

Exemplo:
Capital seguro: 200.000 €
Dívida ao banco no momento do sinistro: 50.000 €

  • Banco recebe: 50.000 €
  • Segurado/herdeiros recebem: 150.000 €

5. Se já tenho o seguro no banco, posso mudar?

Sim. E, desde que o novo seguro garanta pelo menos as mesmas coberturas, o banco não pode impedir a transferência. A nova seguradora comunica ao banco a alteração — nada mais é exigido ao cliente.

Quanto posso poupar?

Muitos clientes conseguem reduções até 60% no valor anual do seguro, mantendo ou melhorando as coberturas.

A Segcorp:

  • compara condições entre várias seguradoras,
  • confirma se o novo seguro cumpre os requisitos bancários,
  • trata da documentação e notificações,
  • acompanha o cliente em todas as etapas.

6. Quer saber quanto pode poupar?

Preencha o formulário de pedido de simulação. Um técnico Segcorp irá analisar o seu caso e apresentar a melhor solução — sem compromisso.

Ao contratar um seguro — seja automóvel, habitação, vida, saúde ou outro — é natural surgir a dúvida: pagar anualmente ou fracionar o pagamento? Com diferentes modalidades disponíveis, escolher a opção certa pode representar poupança, comodidade e melhor gestão financeira.

Modalidades de Pagamento de Seguros

Na maioria das seguradoras, o prémio pode ser pago de duas formas:

1. Pagamento anual

O cliente paga o valor total do seguro uma única vez no ano.

  • Renova apenas no ano seguinte.
  • O seguro mantém-se ativo durante todo o período, desde que o pagamento seja feito dentro do prazo.

2. Pagamento fracionado

O prémio é dividido em 2, 4 ou 12 prestações (semestrais, trimestrais ou mensais).

  • Cada prestação garante cobertura até à seguinte.
  • A falta de pagamento leva à suspensão ou anulação do contrato.

Pagamento anual vs pagamento fracionado: qual é mais vantajoso?

Preço

  • Anual → mais barato (há desconto por pagamento integral).
  • Fracionado → ligeiramente mais caro.

Gestão e esquecimento

  • Anual → reduz risco de esquecer prestações.
  • Fracionado → maior necessidade de atenção às datas.

Na Segcorp, os clientes com pagamento fracionado recebem alertas por SMS ou WhatsApp antes do vencimento ou anulação — garantindo que não perdem cobertura por um simples atraso.

Esforço financeiro

  • Anual → esforço inicial maior.
  • Fracionado → esforço mensal/semestral mais leve, evita desembolsos elevados.

Outros pontos importantes a considerar

Nem todos os seguros permitem fracionamento

Alguns produtos — especialmente seguros de vida ou soluções técnico-específicas — exigem pagamento anual.

Débito direto oferece vantagens

Muitas seguradoras concedem descontos ou reduzem custos de emissão quando o cliente escolhe débito direto.

Pode mudar a modalidade no futuro

Se hoje lhe convém pagar mensalmente mas no próximo ano preferir anual, ou vice-versa, pode solicitar a alteração com facilidade.

Suspendeu o seguro? Pode ter direito a devolução

Em casos de anulação antecipada, o cliente pode receber a parte do prémio correspondente aos meses não utilizados, desde que não existam sinistros a contabilizar.

Então, qual é a melhor opção?

A escolha ideal depende do seu perfil financeiro e da gestão que prefere fazer:

  • Quer poupar o máximo possível e evitar preocupações? Opte pelo pagamento anual.
  • Prefere distribuir os custos ao longo do ano? O pagamento fracionado será mais confortável.

Em qualquer caso, a Segcorp ajuda a avaliar o seu cenário e recomenda a modalidade mais vantajosa — sempre com transparência e acompanhamento.

O melhor seguro automóvel depende do perfil do condutor, do tipo de viatura, do uso diário e do nível de proteção pretendido. Não existe uma solução universal: para alguns condutores basta um seguro de responsabilidade civil com assistências reforçadas; para outros, um seguro com danos próprios é a opção mais adequada. 

A comparação deve considerar capitais de assistência, proteção do condutor, franquias, valor de vidros e exclusões. Na Segcorp, privilegiamos a rapidez de resposta, ouvimos atentamente cada cliente e apresentamos várias soluções de diferentes seguradoras, explicando de forma transparente as diferenças entre elas. Só assim é possível decidir com segurança — e é isso que nos distingue.

 

Os veículos elétricos e híbridos têm ganho terreno no mercado automóvel, impulsionados pela eficiência energética, menor impacto ambiental e diversos incentivos fiscais. Mas permanece uma dúvida comum entre quem pondera adquirir um destes modelos: O seguro é mais caro?

1. Custos de Reparação: o Principal Fator

Um dos elementos que mais pesa no cálculo do prémio é o custo de reparação. Os veículos elétricos integram componentes altamente especializados, como:

  • baterias de alto desempenho,
  • sistemas de propulsão elétrica,
  • eletrónica avançada,
  • sensores e módulos de assistência à condução.

Estes elementos são significativamente mais caros do que as peças tradicionais de combustão interna. Uma avaria na bateria, por exemplo, pode representar milhares de euros de reparação ou substituição.

2. Valor do Veículo: Impacto Direto no Preço

Os veículos elétricos e híbridos apresentam, regra geral, um valor de aquisição mais elevado. Como o prémio do seguro é calculado com base no custo de reposição, veículos com preço de compra superior tendem a ter seguros mais caros.

3. Benefícios na Segurança: um Ponto Positivo

Apesar dos custos de reparação serem mais altos, estes veículos destacam-se pela segurança. A maioria vem equipada com sistemas avançados, como:

  • travagem autónoma de emergência,
  • aviso de saída de faixa,
  • monitorização de ponto cego,
  • sensores de proximidade de alta precisão.

Estes dispositivos reduzem a probabilidade de acidente, o que pode contribuir para mitigar parte do custo do prémio.

4. Incentivos e Possíveis Descontos

Algumas seguradoras — embora não todas — oferecem condições especiais para veículos elétricos e híbridos, reconhecendo o seu contributo ambiental. Entre os incentivos possíveis estão:

  • descontos por veículos 100% elétricos,
  • benefícios associados ao uso de energias limpas,
  • condições diferenciadas para clientes com perfis de condução segura.

5. Como Reduzir o Custo do Seguro?

Comparar entre seguradoras

Cada seguradora avalia riscos de forma diferente. Um comparativo bem feito pode revelar poupanças significativas.

Instalar sistemas de segurança adicionais

Câmaras, imobilizadores, alarmes ou GPS podem contribuir para baixar o risco e, consequentemente, o prémio.

Manter um bom histórico de condução

Sinistros reduzidos e condução responsável têm impacto direto no preço.

6. Vale a Pena Segurar um Elétrico ou Híbrido?

Sim — embora possa custar mais, os benefícios geralmente compensam:

  • menores custos de utilização,
  • impacto ambiental reduzido,
  • tecnologia superior,
  • possibilidade de incentivos fiscais,
  • condições vantajosas em algumas seguradoras.

A chave está em avaliar bem as opções, comparar ofertas e escolher um seguro ajustado ao perfil do veículo e do condutor.


Se abriu uma empresa ou iniciou atividade como trabalhador independente, existem seguros obrigatórios por lei que precisam de estar em vigor para exercer a sua atividade em conformidade.

O que diz a lei sobre seguros obrigatórios para empresas?

Os seguros obrigatórios existem para:

  • proteger trabalhadores em caso de acidente,
  • garantir responsabilidade perante terceiros,
  • evitar que a empresa suporte custos que podem comprometer a sua atividade,
  • assegurar o cumprimento das normas legais aplicáveis a cada setor.

Principais seguros obrigatórios para empresas em Portugal

1. Seguro de Acidentes de Trabalho

Obrigatório para todas as empresas e trabalhadores independentes. Cobre acidentes ocorridos durante o trabalho e no trajeto casa-trabalho. Inclui assistência médica, indemnizações e reabilitação.

2. Seguro Automóvel (para viaturas de empresa)

Obrigatório para qualquer veículo registado em nome da empresa. Cobre danos causados a terceiros. Podem ser adicionadas coberturas como danos próprios, assistência em viagem, fenómenos naturais e vidros.

3. Seguro de Responsabilidade Civil Profissional

Obrigatório em diversas atividades reguladas, como:

  • médicos e profissionais de saúde,
  • advogados e solicitadores,
  • arquitetos e engenheiros,
  • contabilistas certificados,
  • mediadores imobiliários,
  • notários, técnicos oficiais de contas, entre outros.

Protege contra erros, falhas ou omissões que causem prejuízos a clientes ou terceiros.

Seguros obrigatórios adicionais (dependem da atividade)

A legislação prevê seguros obrigatórios específicos para determinados setores. Exemplos:

• Segurança privada

Seguro de responsabilidade civil obrigatório.

• Agências de viagens e turismo

Seguro de responsabilidade civil para operadores turísticos.

• Construção civil e obras públicas

Seguros obrigatórios de acidentes de trabalho e responsabilidade civil de empreiteiro.

• Transporte de mercadorias e passageiros

Seguros de responsabilidade civil profissional e transportes.

• Estabelecimentos de saúde e clínicas

Coberturas obrigatórias específicas associadas à atividade médica.

E os seguros complementares? São obrigatórios?

Não. Mas são essenciais para garantir a continuidade do negócio em caso de sinistro. Entre os mais procurados:

  • Multirriscos Empresarial – incêndio, água, equipamentos, mercadorias, responsabilidade civil.
  • Responsabilidade Civil Exploração – danos a terceiros no exercício da atividade.
  • Cibersegurança – ataques informáticos, roubo de dados, paralisação da operação.
  • Seguro de Saúde ou Vida para colaboradores – valorizado internamente, útil para retenção de talento.
  • PPR empresariais – soluções de benefício fiscal e motivacional.

De que seguros preciso realmente?

Depende da atividade, estrutura, número de colaboradores e dos riscos específicos do seu negócio. Na Segcorp avaliamos:

  • o enquadramento legal obrigatório,
  • os riscos operacionais,
  • as necessidades reais de proteção,
  • e comparamos seguradoras para garantir soluções competitivas.

O seguro de viagem só é obrigatório em alguns destinos ou tipos de viagem, mas é fortemente recomendado em praticamente todas as situações. Fora da Europa, países como Estados Unidos, Canadá, Japão ou destinos asiáticos têm custos médicos muito elevados, e viajar sem seguro pode representar uma despesa significativa em caso de emergência.

Mesmo em viagens dentro da Europa, o seguro complementa o Cartão Europeu de Seguro de Doença, garantindo coberturas que este não inclui, como cancelamento da viagem, perda de bagagem, atraso de voos, repatriamento e responsabilidade civil. As opções variam consoante o destino, número de dias, atividades previstas e o valor total da viagem. Além das despesas médicas e do repatriamento — as coberturas mais importantes — muitos viajantes procuram proteção para cancelamento por motivos imprevistos, extravio de bagagem, acidentes pessoais ou interrupção da viagem.

Na Segcorp avaliamos o tipo de viagem e apresentamos as opções adequadas para que possa viajar com segurança, sabendo exatamente o que está — ou não está — coberto.